Vamos falar sobre cálcio e vitamina D
O cálcio é o principal mineral dos ossos e dos dentes. Portanto, a tarefa da mãe é fornecer ao bebê esse material de construção. Mas na ausência de vitamina D, o cálcio é mal absorvido, então você precisa dos dois [1].
A vitamina D é produzida na pele pela exposição à luz do sol – muito pouco vem da comida. A principal fonte alimentar são peixes gordurosos como o salmão, a cavala e o linguado. Infelizmente, esses peixes devem ser evitados durante a gravidez por causa do mercúrio contido neles, que é perigoso para o bebê [1]. Então, para aumentar sua ingestão de vitamina D, é provável que você precise tomar suplementos [2], especialmente se a segunda metade da sua gestação ocorrer na temporada do outono ou inverno. Aliás, a deficiência de vitamina D e de cálcio, como alguns estudos demonstram [2, 3], é um dos fatores mais significativos para o desenvolvimento de pré-eclâmpsia (uma complicação séria da gravidez).
O cálcio está disponível para a maioria de nós sem muita mudança na dieta. Dois ou três copos de leite por dia satisfazem completamente a sua necessidade de cálcio e a do seu bebê [4].
Se você não ingerir laticínios com regularidade, o cálcio também pode ser obtido nos alimentos a seguir [1, 4]:
peixe, especialmente salmão, sardinha ou anchova;
tofu;
repolho branco;
brócoli;
nabo;
chia.
Sal e cafeína podem aumentar a eliminação de cálcio do corpo [4]. Por isso, na segunda metade da gravidez, quando o sistema circulatório é formado, e o fortalecimento dos ossos segue a pleno vapor, é desejável reduzir o uso de sal e aumentar a ingestão de leite. Para compensar a perda de cálcio causada pela cafeína, apenas acrescente leite ao seu chá ou café [4].






