O parto é, ao mesmo tempo, um evento único na vida da mãe e de seus entes queridos, e algo corriqueiro no dia a dia hospitalar. Por isso, vale a pena se informar e se preparar ao máximo para esse momento, tanto em termos emocionais quanto financeiros.
O Sistema Único de Saúde, o SUS, oferece atendimento integral às gestantes desde o pré-natal até o parto. A mulher deve procurar a Unidade de Saúde assim que suspeitar da gravidez e realizar um teste. Se confirmada a gestação, é feito o cadastro para que a mulher receba acompanhamento. O SUS oferece planejamento reprodutivo e assistência à gestante durante o pré-natal, o parto, o nascimento e o período puerpério , com atenção integral à saúde da criança [1, 2].
Já na rede privada, de acordo com a AMB, a Associação Médica Brasileira, o custo médio de um parto pode chegar a R$ 15 mil [3].
Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, de 2017, analisou os custos hospitalares de um parto vaginal e de uma cesariana eletiva para gestantes de risco habitual no Sistema Único de Saúde. A média de custo do procedimento vaginal foi de R$ 808,16 e variou de R$ 585,74 a R$ 916,14 entre as maternidades. Já o valor médio da cesariana eletiva foi de R$ 1113,70 com variação de R$ 652,69 a R$ 1516,02 [3].
Você talvez considere contratar um plano de saúde. Nesse caso, não deixe de confirmar os detalhes da cobertura, incluindo o período de carência para ter acesso a esse serviço, que costuma ser de 300 dias. Se você contratar profissionais que façam parte da rede do seu plano, não haverá custos [4]. A ANS introduziu alguns padrões a serem seguidos pelas operadoras de planos de saúde [5].
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