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Como evitar lactostase e mastite
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Como evitar lactostase e mastite

3 min de leitura
Pontos-chave
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  • Amamente sem restrições, deixando o bebê mamar por quanto tempo e quantas vezes quiser para prevenir estagnação do leite.
  • Mantenha uma pega adequada durante a amamentação para evitar compressão dos dutos e ferimentos nos mamilos.
  • Procure ajuda médica se houver vermelhidão na mama e febre, pois pode indicar mastite infecciosa que requer antibióticos.
  • Continue amamentando mesmo com febre, pois a amamentação frequente é o principal tratamento para lactostase e mastite.
  • Evite misturar amamentação com mamadeira e não pule sessões de amamentação para prevenir o acúmulo excessivo de leite.

Para evitar lactostase e mastite, amamente sem restrições desde o nascimento, mantenha pega adequada, não pule mamadas e evite misturar peito com mamadeira. Amamentação frequente e esvaziamento completo da mama são as melhores formas de prevenção.

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Lactostase é a estagnação do leite nos dutos de leite. A estagnação prolongada pode causar inflamação, que é chamada de mastite. Cerca de 10% a 33% das mulheres que amamentam em todo o mundo enfrentam esse problema [1].

Por que a lactostase e a mastite são perigosas?

Porque dói. Por causa da dor, as mulheres tendem a evitar a amamentar e tirar leite com a bomba, o que só agrava a situação. Leite estagnado pode ser um terreno fértil para bactérias. Se não for eliminada, a mastite pode acabar infectada. Se a condição for ignorada continuamente, pode ocorrer supuração (ou abscesso), que pode ser fatal [2].

Como a mastite é tratada?

A lactostase é tratada simplesmente com amamentação regular e extração manual do leite, se necessário. Quanto mais o bebê sugar, mais rápido a estagnação será eliminada. A mastite não infecciosa requer bombeamento adicional ou extração manual após a amamentação até que a mama esteja completamente aliviada. Normalmente, o problema se resolve em um ou dois dias. A mastite infecciosa requer bombeamento e antibióticos.

O que causa a lactostase?

Pesquisadores especulam que a causa subjacente é o atraso na amamentação. As mulheres que dão o peito para o bebê imediatamente após o parto encontram esse problema com menos frequência do que aquelas que começam a amamentar algumas horas ou dias depois.

A lactostase em geral se desenvolve nas primeiras duas semanas após o parto, quando a produção de leite é ativada. Até 95% de todos os casos de mastite ocorrem nas primeiras 12 semanas, durante o período em que as mamadas tendem a ser irregulares [1].

O que protege contra a lactostase?

  • Pega adequada (para que os dutos não sejam comprimidos, os mamilos não sejam feridos e o fluxo de leite não seja perturbado). Você pode precisar da ajuda de uma consultoria de amamentação.
  • Amamentação sem restrições. Deixe o bebê mamar por quanto tempo e quantas vezes quiser.
  • Amamentar de um seio de cada vez. É melhor não oferecer o segundo seio até que o bebê esvazie o primeiro.
  • Amamentação exclusiva por pelo menos quatro ou, se possível, seis meses.

O que aumenta a probabilidade de lactostase?

  • Misturar amamentação com mamadeira, o que pode levar a mamas excessivamente cheias.
  • Pular sessões de amamentação. Na maioria das vezes, isso acontece quando a mãe volta a trabalhar, mas também acontece quando o bebê começa a dormir a noite toda.
  • Excesso de sal na dieta da mãe. Alguns estudos mostram que o sal pode levar à formação de coágulos no leite e ao bloqueio dos dutos [1].

Como saber se tenho lactostase ou se evoluiu para mastite?

Na lactostase, a dor e a sensibilidade são localizadas. A mastite é uma inflamação com vermelhidão da mama. E geralmente causa um aumento na temperatura da mãe. Nesse caso, é melhor consultar um médico para distinguir a mastite infecciosa da mastite normal.

Posso continuar a amamentar com febre?

Sim, e é até necessário, por ser o tratamento principal.

Foto: shutterstock


Perguntas frequentes

Lactostase é a estagnação do leite nos dutos, causando dor localizada. Mastite é a inflamação decorrente da lactostase, com vermelhidão na mama e geralmente febre.

Sim, você deve continuar amamentando mesmo com febre. A amamentação frequente é o principal tratamento para mastite e ajuda a resolver o problema mais rapidamente.

Trate lactostase com amamentação regular e frequente, permitindo que o bebê esvazie completamente a mama. Se necessário, faça ordenha manual após as mamadas até sentir alívio completo.

As principais causas são atraso no início da amamentação após o parto, pega inadequada, pular sessões de amamentação e misturar peito com mamadeira. Excesso de sal na dieta também pode contribuir.

Procure médico se houver vermelhidão na mama, febre alta ou se os sintomas não melhorarem em 1-2 dias com amamentação frequente. Pode ser necessário usar antibióticos para mastite infecciosa.

Aviso Médico

Este artigo é apenas para fins informativos e não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Sempre consulte seu médico ou profissional de saúde qualificado para quaisquer dúvidas sobre uma condição médica.

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Revisado por profissionais de saúde · Atualizado 23 de novembro de 2024

Este artigo é baseado em pesquisas revisadas por pares e fontes médicas confiáveis.

  1. Mastitis: causes and management. World Health Organization, 2000.
  2. Breastfeeding curriculum, World Health Organization, 1993.

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