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Como levar o bebê para o próprio quarto
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Como levar o bebê para o próprio quarto

3 min de leitura
Pontos-chave
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  • Escolha o momento ideal entre 4 a 6 meses, quando o bebê já consegue dormir intervalos mais longos
  • Crie uma rotina consistente de sono no seu quarto antes de fazer a transição para o quarto do bebê
  • Apresente o novo ambiente gradualmente, passando mais tempo no quarto do bebê durante o dia
  • Seja flexível e esteja preparada para voltar atrás se o bebê não se adaptar imediatamente
  • Mantenha a mesma rotina de sono, mudando apenas o local para facilitar a adaptação

Para levar o bebê ao próprio quarto, escolha o período entre 4-6 meses, crie uma rotina de sono consistente, apresente o novo ambiente gradualmente e seja flexível caso precise voltar atrás. A transição deve ser suave e respeitosa.

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A transição para que o bebê comece a dormir no próprio quarto é essencialmente a primeira separação que uma criança vivencia. O processo pode ser psicologicamente desafiador tanto para os pais quanto para o bebê. Veja como torná-lo mais fácil.

  1. Escolha o momento certo. Cada família é diferente e deve fazer o que for melhor para si mesma. Dito isso, em 2016, as recomendações da Academia Americana de Pediatria afirmaram que uma criança deveria dormir no quarto dos pais até completar um ano de idade. No entanto, em 2022, essa posição foi revisada, recomendando que os bebês fiquem no quarto dos pais até os seis meses [1]. Alguns estudos sugerem que o momento ideal para a separação é entre quatro e seis meses [2]. Durante esse período, os bebês têm intervalos mais longos entre as mamadas e podem começar a dormir a noite toda [3]. Quando dormem em um quarto separado, os bebês aprendem a se acalmar, voltar a dormir depois de acordar à noite e dormir melhor de modo geral [2].

  2. Crie uma rotina para a hora de dormir. Uma sequência de ações até o momento de colocar o bebê no berço pode ser bastante útil. Essa rotina pode ser: tomar banho, colocar o pijama, mamar, trocar a fralda (se necessário), colocar o bebê no berço e fazer carinho na barriga. Você pode criar a rotina que melhor funcionar para você, só não esqueça que pode levar um mês inteiro até o hábito se formar. Quando você perceber que a rotina está funcionando, e o bebê está pegando no sono mais rápido, faça a transição para o quarto dele. Basta transferir a rotina toda no quarto do bebê (em vez do seu). Para o bebê, a única coisa que muda é o local, todo o resto continua igual, o que pode criar uma transição tranquila e suave.

  3. Apresente o bebê ao novo quarto com antecedência. Durante o mês em que você vai introduzir a nova rotina para a hora de dormir, passe mais tempo no quarto do bebê quando ele estiver acordado.

  4. Seja flexível. Se o bebê acordar à noite enquanto estiver no próprio quarto, começar a chorar e não conseguir voltar a dormir sozinho, mesmo após a mamada noturna, traga-o de volta para o seu quarto (você pode usar um berço portátil). Dormir o suficiente durante a noite é mais importante do que insistir para que ele fique no próprio quarto. Se esse cenário se repetir todas as noites, talvez você prefira trazer o bebê de volta para o seu quarto e tentar fazer a transição de novo em um mês, desde o primeiro passo.


Perguntas frequentes

A Academia Americana de Pediatria recomenda que bebês durmam no quarto dos pais até os 6 meses. Estudos sugerem que o período ideal para a transição é entre 4 a 6 meses, quando já conseguem dormir intervalos mais longos.

Estabeleça uma sequência consistente como banho, pijama, mamada, troca de fralda e carinho na barriga. Pratique essa rotina por um mês no seu quarto antes de transferi-la para o quarto do bebê.

Seja flexível e traga o bebê de volta para seu quarto se ele não conseguir se acalmar. Dormir bem é mais importante que forçar a separação. Tente novamente em algumas semanas.

Passe mais tempo no quarto do bebê durante o dia enquanto ele está acordado. Isso ajuda a familiarizá-lo com o novo ambiente antes da transição noturna.

Aviso Médico

Este artigo é apenas para fins informativos e não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Sempre consulte seu médico ou profissional de saúde qualificado para quaisquer dúvidas sobre uma condição médica.

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Revisado por profissionais de saúde · Atualizado 29 de setembro de 2025

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