A massagem fortalece o vínculo entre o bebê e os pais mais do que ajuda na saúde física dele ou dela [1]. Eis o que você precisa saber:
Como a massagem ajuda a fortalecer esse vínculo?
De muitas formas. Estudos de longa duração revelaram que mães que massageiam seus bebês têm mais probabilidade de considerar a maternidade uma experiência positiva. E essas crianças têm menos chance de sofrer com transtornos de ansiedade de separação [2]. Além disso, foi descoberto que se os bebês são massageados antes de tomar vacina ou tirar sangue, eles choram menos [3].
Existem técnicas de massagem especiais?
Não exatamente. Bebês gostam de movimentos delicados e ritmados, sem pressão forte. O impacto deve ficar no nível da pele, não dos músculos.
A velocidade e a intensidade dos movimentos importam?
Talvez. De todo jeito, pesquisadores descobriram que movimentos de 5 cm por segundo não são suficientes para acalmar o bebê, enquanto movimentos de 10 cm por segundo podem deixar o bebê agitado [4]. Em casa, é improvável que você massageie o bebê com um cronômetro e uma régua em mãos. Então, apenas observe as reações dele ou dela. Se seu bebê parecer agitado, diminua o movimento.
Uma massagem na barriga ajuda as cólicas, a prisão de ventre e outras dores de barriga?
Para a prisão de ventre, movimentos abdominais no sentido horário podem ser eficazes [5]. Para a cólica, a massagem tem um efeito calmante, mas importa menos o local do corpo que você massagear. Até mesmo um assento massageador pode ser útil [6].
Que óleos podem (ou devem ser) usados na massagem?
Qualquer óleo específico para bebê ou vegetal e neutro “como azeite de oliva ou óleo de girassol) vai funcionar. Para bebês prematuros, privilegie o uso de óleos, uma vez que eles promovem o crescimento e o ganho de peso [7]. Em outros casos, o bebê pode ser massageado sem óleo. É uma questão de preferência pessoal para o bebê e o adulto.
Foto: Khoa Pham / Unsplash






