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O que é placenta prévia?
Gravidez

O que é placenta prévia?

1 min de leituraSemana 27
Pontos-chave
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  • Entenda que a placenta prévia ocorre quando a placenta se desenvolve na parte inferior do útero, afetando apenas 1 em cada 200-250 gestações.
  • Saiba que mulheres com mais de 30 anos, que fizeram cesárea anterior ou fertilização in vitro têm maior risco de desenvolver essa condição.
  • Identifique a condição através de ultrassonografia no primeiro ou início do segundo trimestre da gravidez.
  • Mantenha-se tranquila, pois em 95,5% dos casos a placenta sobe naturalmente até a 36ª semana de gestação.
  • Procure acompanhamento médico regular para monitorar a evolução da posição da placenta durante a gravidez.

Placenta prévia é uma condição onde a placenta se desenvolve na parte inferior do útero, ocorrendo em 1 a cada 200-250 gestações. É diagnosticada por ultrassom e geralmente se resolve naturalmente em 95,5% dos casos até a 36ª semana.

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O que é placenta prévia?

A placenta começa a se formar por volta da semana 12 ou 13. Em alguns casos, ela se desenvolve na metade inferior do útero [1]. Isso se chama placenta de inserção baixa ou placenta prévia. De acordo com cientistas, as mulheres que correm esse risco incluem as que fizeram fertilização in vitro, cesáreas, tiveram infecções no trato urogenital, bem como aquelas que engravidaram depois dos 30, 35 anos. No entanto, a placenta prévia é bastante rara e só ocorre em uma de cada 200-250 gestantes [2].

Como saber se você tem placenta prévia?

O médico pode fazer esse diagnóstico depois de uma ultrassonografia no primeiro trimestre e começo do segundo da gestação [3]. Se esse for o seu diagnóstico, não fique intimidada. Na maioria dos casos, a placenta baixa sobe. Em 89,9% dos casos, isso ocorre por volta da 32ª semana, e em 95,5% dos casos, ocorre na 36ª semana [4].


Perguntas frequentes

Placenta prévia é quando a placenta se desenvolve na parte inferior do útero, podendo cobrir parcial ou totalmente o colo uterino. Esta condição é relativamente rara, ocorrendo em apenas 1 a cada 200-250 gestações.

Os principais fatores incluem idade materna acima de 30-35 anos, cesariana anterior, fertilização in vitro e infecções do trato urogenital. Mulheres com múltiplas gestações também apresentam risco aumentado.

O diagnóstico é feito através de ultrassonografia, geralmente durante o primeiro trimestre ou início do segundo trimestre da gestação. O exame mostra a posição exata da placenta no útero.

Não necessariamente. Na maioria dos casos (95,5%), a placenta sobe naturalmente conforme o útero cresce, resolvendo o problema até a 36ª semana. Apenas casos persistentes requerem cuidados especiais no parto.

Aviso Médico

Este artigo é apenas para fins informativos e não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Sempre consulte seu médico ou profissional de saúde qualificado para quaisquer dúvidas sobre uma condição médica.

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Revisado por profissionais de saúde · Atualizado 10 de junho de 2025

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