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Parto prematuro
Gravidez

Parto prematuro

3 min de leituraSemana 24
Pontos-chave
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  • Reconheça os sinais de alerta: contrações regulares (4 em 20 minutos), dor lombar/abdominal e vazamento de líquido amniótico exigem atendimento médico imediato.
  • Identifique seus fatores de risco como parto prematuro anterior, placenta prévia, gestação múltipla ou infecções para um acompanhamento médico mais rigoroso.
  • Mantenha o pré-natal em dia e trate infecções rapidamente, pois o acompanhamento médico adequado pode prevenir muitos casos de parto prematuro.
  • Entenda que bebês prematuros têm alta taxa de sobrevivência em países com bons cuidados obstétricos, mas podem precisar de cuidados especiais na UTI neonatal.

Parto prematuro ocorre entre 22 e 37 semanas de gestação, sendo classificado em extremamente prematuro, prematuro e moderadamente prematuro. Os principais sintomas incluem contrações regulares, dor lombar/abdominal e vazamento de líquido amniótico, exigindo atendimento médico imediato.

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), apenas 1 em cada 10 bebês nasce prematuramente no mundo. Em países com alto acesso a cuidados obstétricos de qualidade (como os Estados Unidos), quase todos os bebês prematuros sobrevivem. No entanto, a maioria requer cuidados especiais [1].

O que é um parto prematuro?

Partos prematuros ocorrem entre a semana 22 e a semana 37 da gestação. Os partos prematuros são classificados de acordo com a fase da gravidez o bebê nasce [1]:

  • extremamente prematuro, antes da 28ª semana;
  • prematuro, entre as semanas 28 e 32;
  • moderadamente prematuro, entre as semanas 32 e 37.

Claro, quanto mais o bebê demorar para nascer – mesmo prematuro – melhor para evitar problemas de saúde. A OMS não recomenda a indução do parto ou uma cesariana antes de 39 semanas, a menos que o médico considere necessário [1].

O que seria uma necessidade médica nesse caso?

Algumas situações extremas exigem que se pesem os prós e contras de um parto prematuro. Alguns exemplos são quando a vida da mãe e do bebê estão em risco por causa de quadros como pré-eclâmpsia, oligodrâmnio ou infecções intrauterinas. Nesses casos, seu obstetra pode recomendar um parto induzido ou uma cesariana, mesmo que ainda seja cedo na gestação, porque o parto prematuro representa menos risco do que a ameaça em questão [2].

O que pode causar um parto prematuro?

Alguns dos fatores de risco mais comuns são [2]:

  • Um parto prematuro anterior;
  • Placenta prévia;
  • Gestação de gêmeos ou múltiplos;
  • Pré-eclâmpsia;
  • Oligodrâmnios;
  • Uso de tabaco;
  • Ruptura prematura das membranas;
  • Cervicovaginite;
  • Infecção urinária.

Posso evitar um parto prematuro?

Se você tem um ou mais fatores de risco, seu médico vai marcar mais consultas e monitorar sua gravidez mais de perto. É possível que você precise de tratamento médico para infecções ou outras questões, de uma dieta com pouco açúcar ou outras recomendações. Se for uma gravidez com risco de parto prematuro, seu médico pode prescrever sulfato de magnésio antes da 32ª semana para diminuir o risco de problemas neurológicos como paralisia cerebral no bebê [3].

Se você estiver tendo um parto prematuro, você será internada no hospital ou na maternidade, e a equipe médica vai fazer tudo o que for necessário para garantir que o bebê venha ao mundo em segurança. Isso pode incluir regular a temperatura do corpo dele na incubadora e ventilação não-invasiva com pressão positiva ou oxigenoterapia para questões respiratórias [3].

Quando preciso ir ao hospital?

  • Se as contrações estiverem regulares (quatro contrações em 20 minutos);
  • Se estiver com dor na lombar e no abdômen;
  • Se seu líquido amniótico estiver vazando (mesmo que você não tenha contrações).

Dependendo dos sintomas e dos sinais, seu obstetra vai procurar rupturas nas membranas, fazer um exame vaginal e monitorar os batimentos cardíacos do bebê. Talvez façam um ultrassom e um exame de urina em você para procurar infecções.

Se o resultado de todos os exames for normal, é provável que seu parto prematuro pare (como acontece com 3 em cada 10 mulheres). Se o trabalho de parto continuar, seu médico vai dar continuidade ao processo [4].

Se meu bebê nascer prematuramente, vou poder segurá-lo?

Vai depender da situação do bebê e do cuidado imediato necessário. Se ele conseguir respirar por conta, o bebê será colocado no seu peito. Esse contato de pele com pele, natural e cheio de amor, além da amamentação constante, é chamado método canguru. Ele não só representa um alívio emocional para mãe e o bebê, mas também melhora a capacidade do bebê de crescer e se desenvolver [3].


Perguntas frequentes

Parto prematuro ocorre entre 22 e 37 semanas de gestação. É classificado em extremamente prematuro (antes de 28 semanas), prematuro (28-32 semanas) e moderadamente prematuro (32-37 semanas).

Os principais sinais são contrações regulares (4 em 20 minutos), dor na lombar e abdômen, e vazamento de líquido amniótico. Qualquer um desses sintomas requer avaliação médica imediata.

Sim, com acompanhamento pré-natal adequado, tratamento de infecções, controle de doenças como pré-eclâmpsia e evitar fatores de risco como tabagismo. Gestantes de alto risco precisam de monitoramento mais frequente.

Em países com bons cuidados obstétricos, quase todos os bebês prematuros sobrevivem. Segundo a OMS, apenas 1 em cada 10 bebês nasce prematuro no mundo, mas a maioria requer cuidados especiais.

Aviso Médico

Este artigo é apenas para fins informativos e não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Sempre consulte seu médico ou profissional de saúde qualificado para quaisquer dúvidas sobre uma condição médica.

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Revisado por profissionais de saúde · Atualizado 2 de fevereiro de 2026

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