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ART, IA e outras abreviações
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ART, IA e outras abreviações

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Pontos-chave
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  • Compreenda que ART (reprodução assistida) envolve manipulação de óvulos e embriões, enquanto IA (inseminação artificial) manipula apenas espermatozoides
  • Saiba que FIV representa 99% dos tratamentos de reprodução assistida realizados atualmente, sendo a opção mais comum
  • Considere que a idade da mulher é o principal fator que influencia as taxas de sucesso dos tratamentos de fertilidade
  • Prepare-se para possíveis efeitos colaterais como náuseas, alterações de humor e sensibilidade nos seios durante o tratamento
  • Consulte ferramentas do CDC para calcular suas chances individuais de sucesso com base em fatores pessoais específicos

A reprodução assistida (ART) manipula óvulos e embriões através de técnicas como FIV, ICSI e transferências embrionárias. A inseminação artificial (IA) trabalha apenas com espermatozoides, introduzindo-os diretamente no útero. A FIV representa 99% dos tratamentos de ART realizados.

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Quando falamos sobre tecnologia de reprodução assistida – conhecida pela sigla em inglês, ART – costumamos pensar em fertilização in vitro (FIV). Mas na verdade a ART engloba mais que esse método. Aqui, vamos abordar diferentes métodos de tecnologia de reprodução assistida, bem como a inseminação artificial (IA). Prepare-se para as siglas!

Qual é a diferença entre ART e IA?

A ART inclui uma série de tratamentos criados para auxiliar na concepção. Ela sempre envolve o manuseio de óvulos, embriões ou ambos, mas são o manuseio apenas do esperma [1]. É por isso que falamos em IA para além da ART, apenas o esperma é manuseado na inseminação artificial, não o óvulo.

Quais tratamentos fazem parte do universo da ART?

A Sociedade de Tecnologia de Reprodução Assistida (SART) lista os seguintes tratamentos [2, 3]:

  • fertilização in vitro e transferência embrionária (FIV-TE), em que o óvulo é fertilizado fora do corpo e então transferido para o útero;
  • transferência intratubária de gametas (GIFT), em que o esperma e o óvulo são transferidos para as trompas de falópio e se fertilizam no corpo;
  • transferência intratubária de zigotos (ZIFT), em que o zigoto fertilizado em laboratório é transferido para as trompas de falópio;
  • transferência de embrião congelado (FET).

O Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) também inclui a injeção intracitoplasmática de espermatozoides ICSI em sua lista de tecnologias de reprodução assistida. Com a ICSI, um único espermatozóide é injetado em um óvulo maduro, em vez de colocar um óvulo com muitos espermatozóides em uma placa de Petri [3]. Ela costuma ser usada quando o fato de infertilidade é sabidamente masculino.

De acordo com os registros da SART, cerca de 99% dos tratamentos de ART realizados são FIV-TE [2].

O que é IA?

A IA hoje é comumente categorizada como inseminação intrauterina (IIU). O CDC que esse método costuma ser usado quando um casal tem problemas de fertilidade não explicados ou uma leve infertilidade no homem [3]. A IIU envolve introduzir o sêmen diretamente no útero, aumentando assim as chances de concepção.

Enquanto a FIV envolve a fertilização do óvulo fora do corpo da mulher, a IIU tenta fertilizá-lo dentro do corpo dela.

Qual é o índice de sucesso da FIV e das ART?

O sucesso depende de uma série de fatores, mas em especial a idade da mãe [2, 3]. O CDC fornece tanto os números dos casos de sucesso quanto uma ferramenta que calcula o sucesso da FIV [3] e coleta informações como idade, peso, informações sobre gestações anteriores e outros dados que possam oferecer uma estimativa geral do potencial de sucesso de um indivíduo que faça uso da FIV.

Quais são os riscos da FIV e das ART?

A FIV e as ART exigem que a mulher tome injeções para assistir a ovulação. Esses medicamentos podem causar náusea, vômito, alterações de humor, sensibilidade nos seios e efeitos como vermelhidão, hematoma e irritação no local da aplicação. A retirada dos óvulos pode resultar em infecção ou dor pélvica ou danos aos órgãos próximos dos ovários. Ainda que incomuns, esses danos podem ser sérios e precisar de cirurgia [4].

O risco de aborto espontâneo não aumenta com a FIV, ainda que as chances de gravidez ectópica, sim [4].

A gravidez de múltiplos é comum com ART, ainda que a evolução da tecnologia esteja diminuindo essa probabilidade [2].


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Perguntas frequentes

A reprodução assistida (ART) manipula óvulos, embriões ou ambos, incluindo tratamentos como FIV. A inseminação artificial (IA) manipula apenas o esperma, introduzindo-o diretamente no útero.

Os principais tipos são FIV (fertilização in vitro), ICSI (injeção de espermatozoide), GIFT (transferência de gametas) e FET (transferência de embriões congelados). A FIV representa 99% dos casos.

O sucesso da FIV depende principalmente da idade da mãe e outros fatores individuais. O CDC oferece uma ferramenta online que calcula as chances baseada em dados pessoais específicos.

Os principais riscos incluem efeitos colaterais dos medicamentos (náuseas, alterações de humor), reações no local das injeções e possível infecção ou dor pélvica durante a retirada dos óvulos.

Aviso Médico

Este artigo é apenas para fins informativos e não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Sempre consulte seu médico ou profissional de saúde qualificado para quaisquer dúvidas sobre uma condição médica.

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Revisado por profissionais de saúde · Atualizado 11 de setembro de 2024

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